sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Aos Neo-Conservadores, com carinho.
Um e-mail que recebi
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Consistório 2010 - Uma breve análise.
São eles:
Mons. Angelo Amato - Prefeito da Congregação para a Causa dos Santos: Sucessor do Cardeal Saraiva Martins, já foi cotado para presidente da Congregação "dos Religiosos". Neo-conservador, fez um triste declaração em que dizia que não acreditava que o Santo Padre celebraria a Santa Missa no Rito Antigo.
Mons. Francesco Monterisic - Arcipreste da Basílica papal de São Paulo Extramuros: Durante anos braço direito do controverso Cardeal Ré, viu os 75 anos chegarem e com eles a sua imediata transferência para o cargo de Arcipreste, um cargo bem menos influente que o de secretário da Congregação do Bispos.
Mons. Fortunato Baldelli - Penitenciário Maior: Durante 10 anos, Dom Fortunato foi Núncio Apostólico na França e responsável por aquela terra não ser, atualmente, um deserto sem fé e esperança. Contudo, isso não impediu que péssimos Bispos fossem nomeados durante o seu período como núncio.
Mons. Raymond Leo Burke - Prefeito do Tribunal Supremo da Signatura Apostólica: Tradicionalista e Ratzingeriano duro. Sua nomeação para o colégio cardinalício é uma esperança para a Santa Igreja. É um dos poucos Bispo ( e agora Cardeal) que utiliza a capa magna e celebra o Rito Gregoriano em Roma.
Mons. Kurt Koch - Presidente do Pontifício Conselho para a Promocão da Unidade dos Cristãos: Visto com desconfiança pelo Santo Padre, quando Cardeal (aqui)
por sua linha inicialmente progressista, o futuro Cardeal Koch se mostrou, como bispo de Basiléia na Suiça, conservador e alinhado com o pensamento do Romano Pontífice. É o sucessor, na Unidade dos Cristãos, do nefando Cardel Kasper.
Mons. Paolo Sardi - Vice camarlengo da Santa Igreja Romana e Pro-Patrono da Ordem de Malta: Neo conservador e membro da área Sodaniana da Secretaria de Estado. Pouco em sintonia com o atual Secretário, Cardeal Bertone.
Mons. Mauro Piacenza - Prefeito da Congregação para o Clero - Tradicionalista e Ratzingeriano junto com Dom Burke e Dom Ranjith, são as esperanças entre os novos membros do colégio cardinalício. Substituiu a 13 dias o "ninguém-consegue-explicar-por-que" antigo prefeito da C. do C., Cardeal Hummes.
Mons. Velasio de Paolis - Presidente da Prefeitura para os Assuntos Econômicos da Santa Sé: Tem figurado recentemento nos noticiários por ter sido a escolha do Santo Padre para guiar a reestruturação da Congregação Legionários de Cristo, abalada pelos escândalos do seu fundador, Pe. Marcial Maciel.
Continua
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Good Bye Bad Bishop!
Dom Demétrio ValentiniBispo de Jales-SP
Faltam 1565 dias para a sua renúncia!
Acessem o original: http://www.goodbyebadbishops.com/
Se eu soubesse como, faria uma versão tupiniquim!
Rezemos pelo nosso Brasil!
Da CNBB não espero mais nada
domingo, 17 de outubro de 2010
Dom Antônio de Orleans e Bragança e a atual situação política do Brasil
Gostaria que o senhor falasse sobre o nosso chefe da Casa Imperial do Brasil, D. Luiz de Orleans e Bragança.
D.Luiz representa não só para a família como para todos que o conhecem uma figura boníssima e um Chefe de Estado ideal. É de uma boa vontade imensa, um católico fervoroso e muito corajoso. Nunca teve medo de expor suas opiniões quanto a situação atual do País. Certa vez uma senhora portuguesa perguntou a um amigo qual era o perfil dos príncipes brasileiros. Ele falou sobre a imparcialidade de D.Luiz e a defesa da Nação que faz. Ela, então, respondeu: esse é o perfil ideal de um líder para qualquer país do mundo.
Como o senhor vê o atual momento da política nacional?
Nós vemos um descalabro por todos os lados, uma falta de respeito a população, uma falta de respeito as leis. O próprio presidente descumpre a legislação, como no caso da propaganda eleitoral antecipada. Ele, como Chefe de Estado, deveria ser o primeiro a dar exemplo e isso não acontece. Temos um lindo e rico País e se vê tentativas de destruição dele. Atualmente no Brasil há um desrespeito a separação dos poderes com o presidente tentando influenciar a todos de forma negativa. Falta a figura do Imperador, do Poder Moderador, que está acima dos partidos. O Imperador já nasce com a responsabilidade. É um sacrifício que nós, da Família Imperial, fazemos com grande prazer. O Monarca, desde o nascimento, tem uma responsabilidade imensa com a Nação. Desde criança é preparado para considerar o País a sua família. O interesse maior dele, portanto, é o bem da sua Nação, da sua família.
Os países com melhores resultados de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do mundo são monarquias. Podemos dizer que os países democráticos, como mais justiça social, são conduzidos por monarcas?
Perfeito. Para uma democracia funcionar é preciso o respeito as leis e alguém acima, no caso o Monarca, é fundamental para que sejam cumpridas. O Poder Moderador sempre previu isso. A autoridade moral do Monarca traz em si o respeito às instituições.
Como o senhor acha que os movimentos monarquistas devem se posicionar neste momento do País?
Temos que preparar o País para uma eventual volta a Monarquia com uma mudança radical. Temos que combater várias tendências como, por exemplo, o PNDH-3 (Plano Nacional de Direitos Humanos) que subverte toda a Constituição do País. É uma constituição soviética feita por decreto que não respeita a livre iniciativa, principalmente o agronegócio, e a tradição católica dos brasileiros ao permitir o aborto e proibir símbolos religiosos nas repartições públicas. Eu gostaria de saber o que eles fariam com o Cristo Redentor? É um plano imposto, um golpe marxista, anti-cristão e anti-família.
O que o senhor acha do ensino de história no Brasil?
Quando eu estudei história falava-se muito pouco da Monarquia. Já com os meus filhos, quando via os trabalhos que os professores passavam eu me irritava de tal maneira com as mentiras, com a maneira jocosa, com os anti-valores que a tendência socialista trouxe para o ensino. Eu lia os livros e falava aos meus filhos que estavam totalmente errados. Os cursos de história atualmente são inteiramente falsos, tentando passar uma visão única, que é a visão socialista. Mas estou tranquilo quanto ao futuro do movimento monárquico. D.Rafael, na missa em memória do irmão, assumiu o compromisso de seguir os mesmos passos. Ele está se preparando para liderar e ser um grande Chefe de Estado.
Fonte: Brasil Imperial

