terça-feira, 9 de novembro de 2010

Cinco bispos anglicanos anunciam retorno a Igreja Católica

 Bispo católico Auxiliar de Westminster, Dom Alan Hopes, anunciou que cinco bispos anglicanos decidiram "entrar à comunhão com a Igreja Católica mediante o Ordinariato para a Inglaterra e Gales".

Trata-se dos bispos de Ebbsfleet, Andrew Burnham; de Richborough, Keith Newton; e de Fulham, John Broadhursty; assim como o ex-bispo de Richborough, Edwin Barnes; e de Ballarat (Austrália), David Silk.

Dom Hopes indicou que "na reunião plenária que celebraremos a semana próxima, a Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales estudará o estabelecimento desse ordinariato" a figura canônica estabelecida pelo Papa Bento XVI na constituição Anglicanorum coetibus para anglicanos que desejam ser católicos "e estenderemos nossa cálida boas-vindas a quem queira formar parte dele".

Os mencionado bispos anglicanos divulgaram um comunicado conjunto no qual expressaram seu descontento com a ordenação de mulheres, aprovada pelo último sínodo anglicano em julho, que consideram "incompatível" com sua vocação histórica e sua tradição.

Os cinco líderes anglicanos, que deixarão de sê-lo no próximo 31 de dezembro de 2010, assinalaram que a opção do Ordinariato é "uma resposta generosa" do Papa "a várias aproximações à Santa Sé por ajuda e acolhida, assim como um novo instrumento ecumênico em busca da unidade dos cristãos, a unidade pela qual Cristo rezou em sua Paixão e Morte".

"É uma unidade, acreditam, que é só possível na comunhão eucarística com o sucessor de São Pedro". Os bispos anglicanos convidaram os que compartilham sua postura a segui-los neste caminho à Igreja Católica.

A imprensa britânica assinala que até o momento perto de 500 clérigos poderiam unir-se ao Ordinariato criado pelo Vaticano. Entretanto, o número poderia aumentar.

Fonte: ACIdigital

A farsa do Ecumenismo

ou "Porque os infiéis devem ser combatidos"

http://www.youtube.com/watch?v=QRhVwfIJjic&feature=player_embedded

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Profanação da Igreja Nossa Senhora de Fátima - Alfenas/MG

Caríssimos leitores.
É com intensa dor que venho noticiar que o sacrário, contendo 4 âmbulas repletas de partículas consagradas, foi levado de dentro da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Alfenas/MG. O furto, que se caracterizou pelos profanadores terem levado a peça inteira, fechada, ocorreu em plena luz do dia, entre 14hrs/18hrs deste Domingo.

A esse tipo de corja maldita e impenitente, criaturas piores que vermes; a dignidade da vida é algo muito grande. A morte lhes é devida e depois, os piores sofrimentos, por ousarem profanar o Nosso Senhor.

Suplico a cada um de vocês, que acessam esse blog, que rezem, se humilhem e penitenciem para que essas partículas não sejam profanadas. Daria mil vezes minha vida por cada uma delas!

domingo, 7 de novembro de 2010

Ex-Presidente americano afirma: vi Deus nos olhos de Bento XVI

Muitos criticam o ex-presidente Bush por vária razões que realmente merecem críticas: como a guerra no Oriente Médio, má condução da economia americana que levou o mundo à uma grande crise econômica e etc. Contudo não podemos negar como esse presidente se esforçou para não permitir que o aborto, a eutanásia e muitas outras coisas imorais entrassem nos Estados Unidos. Durante seu governo era impensável falar em aborto. Bem diferente do atual governo americano.
Encontrei esse video no youtube e achei muito interessante o modo como o presidente Bush defende os valores da vida. Achei mais interessante ainda quando ele afirma ter visto Deus nos olhos do Santo Padre Bento XVI.
Para assisitr o vídeo AQUI
OBS: Rezemos pelo bom êxito da visita de Sua Santidade à Espanha.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Meditações de Santa Teresa dos Andes

  1. Es preciso el sacrificio, la renuncia de nuestra propia voluntad para llegar a la unión completa con nuestro Señor. (c 39)
  2. Jesús dijo que nadie amaba tanto a su amigo como aquel que da su vida por él. Démosle nuestra vida, haciendo morir al hombre viejo, renunciando a buscarnos a nosotros mismos, obrando no por lo que nos gusta, sino por aquello que es la voluntad de Dios. (c 114)
  3. Jesús me pide la renuncia completa de mi voluntad. Si quiero ser crucificada a su semejanza, es necesario vivir en cada instante cumpliendo perfectamente su divina voluntad, aunque ella me traiga sacrificio e inmolación. (c 27)
  4. Cuanto más me aísle de mí misma (mediante la renuncia completa de todo mi ser), más me internaré en Dios. Trato, pues, de negarme en todo para llegar a poseer el Todo. (c 116)
  5. Vivamos en la cruz. La cruz es la abnegación de nuestra voluntad. En la cruz está el cielo, porque allí está Jesús. (c 40)
  6. Lo mejor es amar la voluntad de Dios. Allí encontramos la cruz mejor que en ninguna parte. Allí crece este árbol bendito rectamente, sin impedimento, pues es sin la elección nuestra, sin satisfacción alguna. ¿Sientes en tu alma ese amor por la divina voluntad? (c 149)
  7. Le he prometido a nuestro Señor la renuncia completa de mi voluntad: hacer aquello que no me gusta siempre. Pienso que cómo no me vuelvo loca de amor por Jesús, siendo digno de toda mi veneración, amor y desvelo. (c 40)
  8. Es preciso morir a sí misma para vivir escondida en Cristo. (d 46)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sagrações episcopais por Dom Gérard

Este texto em defesa das sagrações episcopais ocorridas em Êcóne foi retirado de um sermão de Dom Gérard do mosteiro de Santa Madalena no oitavo domingo depois de pentecostes do ano de 1987 e publicado pela revista Heri et Hodie em abril de 1988.

As sagrações de Êcóne por Dom Gérard

Caros amigos, diante do acúmulo de cartas e de comunicações telefônicas pedindo informações precisas sobre o assunto da sagração, sabendo como a opinião pública é agitada por falsas notícias, exageros, debates apaixonados, nós havíamos prometido dar-vos alguns esclarecimentos sobre as relações entre Dom Lefebvre e o Vaticano. Tendo telefonado, há quarenta e oito horas, ao próprio Dom Lefebvre, vou procurar resumir seu pensamento sem deformá-lo.

1 – O que é cisma?

Dom Lefebvre recusa formalmente a idéia dum cisma. Porque um cisma é um grande pecado. É uma dilaceração que fere a unidade de amor e de direção na Igreja. “O cisma, diz Santo Tomás de Aquino, é uma sorte de rebelião, feita de desprezo obstinado dos preceitos da Igreja e duma recusa de se submeter às suas decisões (II a, IIae, q. 39, a 1, ad 2). E Caetano precisa: A desobediência, enquanto não comporta revolta contra a função do papa ou da Igreja, não é cisma“. Notai bem, não se trata de se opor a palavras ou a procedimentos do papa, mas de se revoltar contra a função como tal. Tomemos um exemplo: se uma criança se recusa a ir à escola na reabertura das aulas, é desobediência; se ela diz a seu pai: vós não sois mais meu pai, mas um estranho para mim; eu não vos escuto, e não vos obedecerei jamais: é um cisma.

2 – Há perigo de cisma?

Haveria perigo de cisma se os bispos sagrados por Dom Lefebvre se constituíssem chefes de igrejas autônomas (ou autocéfalas como dizem os “ortodoxos” cismáticos). Mas no caso que nos ocupa, os bispos teriam como função apenas assegurar a continuidade do sacerdócio fiel, continuar a comunicar a vida divina pelas ordenações sacerdotais e pelas confirmações.
Notai bem, trata-se duma verdadeira sagração episcopal conferindo todos os poderes de ordem e de jurisdição. Mas o bispo assim consagrado usaria tão somente o seu poder de ordem, limitando-se a ordenar sacerdotes e a confirmar crianças. Sem “missão canônica”, ele não pode exercer qualquer poder de jurisdição particular. Consagrado sem a permissão do papa, ele se absterá de tornar-se o pastor duma diocese paralela; recusar-se-á, sob pena de tornar-se cismático, constituir-se chefe duma outra igreja. Não há senão uma só Igreja católica apostólica romana. Por nada do mundo, em consequência, ele usurpará uma jurisdição como fizeram os “ortodoxos” cismáticos.

3 – Mas se o papa excomungar Dom Lefebvre?

Respondemos: seria espantoso que tantos bispos e sacerdotes abertamente heréticos no mundo não sejam inquietados e que o único bispo que conserva a fé e os sacramentos seja excomungado. Doutra parte, para ser excomungado, estipula o Direito Canônico, é preciso ter cometido um pecado grave contra a fé ou os costumes. Ora, Dom Lefebvre, prelado cuja santidade de vida todos reconhecem, tem mais de oitenta anos: pode-se pensar que ele escolha para perpetrar um tão grande pecado o momento em que vai comparecer diante de Deus?
Portanto, caros amigos, mantende vossa serenidade. Não leiais, ou ao menos não acrediteis nos jornais ou na televisão. A informação (hoje desinformação) tornou-se a feiticeira do mundo moderno. Como nos contos de outrora, esta bruxa enfeitiça, lança maldições, impõe “slogans”, extravia os espíritos, deforma a verdade. Caros amigos, em lugar de deixar-vos impressionar por estes “mídia”, que detestais no vosso íntimo, esperai pacientemente que o próprio Dom Lefebvre se explique quando ele julgar conveniente fazê-lo, talvez neste outono.

4 – Por que Dom Lefebvre falou tão subitamente sobre a eventualidade duma sagração?

Esta medida extrema não pode ter por móvel senão razões altíssimas. A razão essencial é que surgiu uma ruptura dramática no magistério da Igreja. Esta ruptura, desgraçadamente, homologada pelos homens do Vaticano apareceu nas respostas dadas aos “Dubia” (objeções) que Dom Lefebvre apresentou ao cardeal Ratzinger, há dois anos, referentes à declaração conciliar Dignitatis humanae, e as consequências desastrosas que ela acarretou. Resumamos em duas palavras: a nova doutrina de liberdade, com a recusa de anunciar os direitos soberanos do Senhor Jesus sobre as sociedades.
Ora, esta negação, de fato, da Realeza de Cristo é acompanhada pelo reconhecimento dum “espaço de autonomia” em favor de todas as religiões, permitindo-lhes desenvolver-se e espalhar os seus erros. Por isso, o Vaticano não somente cessa de afirmar a mediação única de Cristo entre Deus e os homens, mas interdiz aos Estados (mesmo aos Estados católicos) abrir um caminho à evangelização. Como se outros meios de salvação existissem fora de Cristo. Como se Ele não tivesse declarado: “Quem não ajunta comigo, dissipa!“.
Até agora a Igreja não cessou de afirmar os direitos soberanos de Deus e de Seu Cristo sobre toda a sociedade. É a sua única razão de ser. Sua audácia se apoiava sobre um dogma irrecusável que duas palavras resumem: a afirmação solene de Jesus em resposta a Pilatos: “Tu disseste: eu sou rei” e a injunção de São Paulo que é a consequência daquela: “É preciso que ele reine“. Durante séculos a Igreja lembrou aos governos temporais seu dever de protegê-la e de ajudá-la a espalhar a sua mensagem, sua doutrina, seus sacramentos, que são para Cristo o meio de reinar sobre o mundo e de salvar as almas.
Pois bem, isto acabou. Agora os homens do Vaticano enviam anúncios a todos os países para dizerem aos governos, mesmo católicos: é preciso dar um “espaço de autonomia” a todas as religiões. Mesmo àquelas que querem destruir a realeza de Jesus Cristo? Sim, mesmo àquelas.

5 – Então é a “autodemolição” da Igreja da qual falava Paulo VI?

Digamos que são os próprios mais altos dignitários da Igreja que, parece, trabalham por suprimir, abolir a muralha que ela havia edificado no decurso dos séculos contra os venenos do erro e do vício. Eles encorajam o que Leão XIII chamava “a liberdade do erro, a liberdade de perdição”. Dão uma voz, uma representação, uma área de extensão àqueles que dizem: “Não queremos que Cristo reine sobre nós”. A Igreja, abolindo o sistema de defesa de seu próprio organismo, colocou-se a si própria, por assim dizer, em estado de imunodeficiência, cuja síndrome fatal vós conheceis. Toda gente fala dela. Eu calarei o seu nome.
Eis, entre mil, um exemplo impressionante que dá Dom Lefebvre: o da Colômbia.
“Se a Colômbia em 1966, era um país ainda com 95% de católicos, é graças ao Estado, que impediu por sua Constituição a propagação das seitas protestantes: ajuda apreciável à Igreja católica! Protegendo a fé dos cidadãos, estas leis e estes chefes de Estados terão contribuído para levar ao céu milhões de indivíduos que terão a vida eterna, graças a estas leis e não a teriam sem isto! Ora, atualmente isto acabou na Colômbia!
Esta lei fundamental foi supressa a instâncias do Vaticano, pela aplicação da ‘liberdade religiosa’ do Vaticano II! Sendo assim, as seitas pululam; e esta pobre gente simples está desarmada em face da propaganda de seitas protestantes podres de dinheiro e de meios que vêm e voltam sem cessar para doutrinar os analfabetos.
Eu nada invento. Pois bem, isto não é uma verdadeira opressão das consciências, protestante e maçônica? Eis aonde chega a pretensa liberdade religiosa do Concílio!” (Cf. Dom Marcel Lefebvre: Eles O destronaram, Do liberalismo à apostasia, A tragédia conciliar, Edições “Fideliter”, 1987 páginas 173-174). Na mesma ordem de idéias, nossos irmãos, que fundam um mosteiro no Brasil, escreveram-nos ultimamente que seitas protestantes vindas da América do Norte tinham comprado um vale inteiro, onde seus pregadores causam estragos, e é toda uma população que passa para o protestantismo.
Eis porque Dom Lefebvre foi a Roma depositar aos pés do Santo Padre o livro “Eles O destronaram”. Ele disse ao cardeal Ratzinger: “Eis a doutrina da Igreja; se vós estais de acordo, é preciso lutar contra os erros que a ela se opõem. Senão, nós não podemos mais confiar em vós”.
Caros amigos, conservemos nossa calma e serenidade. Se rezarmos, se nos mantivermos firmemente ligados à Tradição da Igreja, estaremos seguros de não sermos enganados, e conheceremos, mesmo em meio às tempestades, a alegria da alma e a tranquilidade de espírito.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O inferno por Santa Faustina

Creio que neste dia de finados é muito propício para meditarmos acerca da realidade do inferno e dos terríveis tormentos que sofrem aqueles que eternamente estão condenados por seus pecados e como devemos nos esforçar para alcançarmos a salvação.
Este vídeo relata as visões de Santa Faustina acerca do inferno. Estejamos sempre vigilantes, pois não sabemos quando iremos prestar contas a Deus de nossos pecados.
O vídeo esta AQUI